segunda-feira, 15 de março de 2010

Vale mais do que mil palavras

Ela não vai mais te esperar outra vez
Se tudo o que vai, um dia tem que voltar
É sua vez

Então vá atrás
Corra mais pra aquilo que sempre quis
Não vá deixar o tempo acabar

Sem querer, eu me entreguei
As horas passam sem você
Eu já não sei o que fazer
Outra vez, só você
Pode trazer tudo de volta
To esperando aqui na porta

Ela - Hóri

domingo, 14 de março de 2010

Pensamentos de uma descontrolada atípica

"Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo"
Clarisse Lispector


Clarisse Lispector já dizia isso, quando algum tempo depois Amy Winehouse, esperta que só, nos disse "I told you I was troubleyou know I'm no good"

Confesso que neste exato momento eu poderia estar conversando com uma pessoa que me daria muitos, muitos conselhos.
E por eu saber como vão ser esses conselhos, não pedi a ajuda dela, porque afinal de contas eu já sei que pela minha
idade não deveria, de jeito algum, ficar suportanto tudo isso. Outra opção era procurar a minha mãe. Toda mocinha de filme
americano faria isso ou ligaria pra sua melhor amiga patricinha. Como não tenho a parte da amiga, ficaria com a mãe,
mas também não tenho essa parte.
Queria mesmo conseguir dormir, tirar essa dor que toma conta de mim e apenas dormir. Hibernar, na verdade. Acho que os ursos
é que são felizes, dormem por uma temporada inteira e quando acordam o tempo já está bom para poderem acordar sem que
nada os atrapalhe. Por outro lado eles também não devem ter com quem conversar quando estão mal. Não devem também ter um ombro pra chorar
e um abraço bem forte para os acalmar.

Já que a internet cada vez evolui mais, deveriam criar um hug of the bear online. Eu seria a maior cliente de toda a rede
mundial. Ou então eu poderia ir pra algum pub de Londres, beber muitas Stellas Artois e desabafar com a Amy Winehouse.
Tirando drogas e bebidas, temos o mesmo problema, sofremos de amor.

Esses dias em uma aula de ingles era pra completar a frase "If I were a rock star..." e uma menina completou, "If I were a
rock star, I would die of overdose"
HAAA, é isso! Se pararmos pra pensar, quantas pessoas não morrem de overdose? Quantas não morrem por não conseguirem
parar com as drogas? Muitas morrem até, de depressão. Esse sim é o meu medo.
Muitos desses casos é por não acreditarem mais na vida, por acharem que seus problemas podem ser resolvidos
assim...
Me sinto a menina da Malhação pensando isso, mas adivinhem o que eu acho que resolve muita coisa? Um belo hug of the bear!
Eu pelo menos, não resisto a isso. Se for da pessoa certa resolve 100% de toda aquela coisa ruim que você tá sentindo.
Alguém trás a pessoa certa aqui pro meu lado agora, por favor? Nesse momento ela está bem longe.


Se pelo menos eu tivesse 3 it friends, elas me levariam pro México e me deixariam dormir por muito tempo, e aí sim
eu seria Carrie Bradshaw, mesmo largada por Mr. Big, mas seria Carrie Bradshaw. Já é um bom começo, né?! Teria um Manolo azul cobalto

para buscar em um closet maravilhoso em NY. Essa parte de ter um Manolo valeria meu sofrimento inteiro! haha

E agora eu me pergunto, de que adiantou todo esse sofrimento? Como diz o Jimmy do Matanza, BOM É QUANDO FAZ MAL!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Vivendo e tentando aprender

Diz o ditado, "vivendo e aprendendo".
Tá, tenho que concordar que isso não é bem o meu caso e, tenho certeza, também não é o caso de muita gente.
Todas as vezes que acontece alguma coisa, depois de muito reclamar eu paro e penso "eu errei, agora não vou mais fazer isso". E é sempre essa história: hoje errei, amanhã não errarei mais! Ahh tá! Como se fosse fácil assim.
Tudo bem que se você comete um erro muito grave, muda sem pensar duas vezes. Pelo menos eu sou assim, até porque acredito em regeneração, a não ser em pessoas burras descuidadas da vida que insistem em continuar cometendo o mesmo erro - e continuar se ferrando também, claro. A psicologia, sociologia, filosofia, sei lá, deve explicar esse comportamento, mas  convenhamos que não é tão difícil parar, pensar e
mudar.
Minha professora de português é conhecida por entrar na sala e, ao ver a zona bagunça, fala: "Ahh tá! Meio ponto resolve?", e aí se alguma pessoa super inteligente não se tocar, ela vai lá e tira meio ponto do cara. Mas o problema é que é sempre assim. Se você sabe que vai ter uma consequência  ruim, não faça sempre a mesma coisa.
Congratulations, Leeka! Você acaba de fugir do assunto que queria falar, como sempre.
E taí uma coisa que me irrita. Começo pensando em fazer de um jeito e faço de outro.
Prometo que vou ser mais gentil e educada com algumas pessoas, e quando vejo lá estou eu fazendo totalmente o contrário.
Tenho bons exemplos de coisas que mudei, Michel deve saber disso (pelo menos espero que lembre). Se lembra mesmo sabe que se hoje somos do jeitos que somos, é graças a brigas conversas e mudanças. E assumo que sou orgulhosa por isso.
Mas o que me fez não desistir foi ver que metade do que tinha pensado ontem, consegui cumprir hoje. Já é um bom começo, não?
Ninguém nasce sabendo. Você erra pra aprender, se não erra não aprende. Mas se insiste nos erros, já chega no nível da burrice.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Rápida, direta e objetiva.

Sim, vou me esforçar pra ser assim. Mesmo que até meu namorado esteja de saco cheio cansado de ouvir minhas longas histórias que no final eram só uma coisinha e me falar pra parar de enrolar quando quero falar alguma coisa. É meu jeito, fazer o que?
Pois bem, aqui estou, cansada de filosofar, enrolar e ser enrolada. Acho que se eu contasse as vezes que disse que iria mudar e não sei o que, perderia a conta. Até que ultimamente tenho mudado um pouco, ou não. Sei lá. Só sei que tenho aprendido a promover o desapego me controlar, sorrir mais, ficar quieta antes de falar o que eu não sei (isso ainda to achando um pouco difícil, mas eu aprendo), fiz até duas playlists e coloquei no celular mesmo, com umas 60 músicas que me deixam melhor, e olhe que tá adiantando, ein?!
Mas acabei de ler tudo isso aí de cima e vi que ainda não consegui ser rápida, direta e objetiva. Tentarei novamente:
Não quero mais saber de ficar postando uma vez na vida ou ficar esperando a minha filosofia espiritual bater na minha cabeça e me tirar a preguiça de escrever. Se bem que muitas vezes ao invéz de pensar em mim, só não posto porque ainda me importo que alguém leia e interpréte de outro jeito, mesmo que ninguém entre aqui, mesmo que eu não divulgue, mesmo que eu esteja cansada de tudo.
Pois bem, se tiver que escrever, postar ou sei lá o que for, vou fazer do meu jeito e daquilo que eu gosto. Não se surpreendam se ao entrar aqui e se deparar com um post sobre uma cor tendêncinha do verão, sobre a cor dos esmaltes que estão em alta ou mesmo um dos meus textos de baixa cultura.
Tudo isso pra dizer que eu amo amo amo moda e fiquei feliz por lembrar que o meu amado jornalismo e minha amada moda podem andar juntos. Um viva pras Vogues, Criativas, Gloss e, até Caprichos. E um obrigada também, né?

ps1: Todos os dias me acabo lendo blogs - de moda, é claro, e hoje encontrei um que até ganhou prêmio de melhor blog de moda no Prêmio Moda e achei um horror!
ps2: Estou empolgada pela minha queria professora de Produção de Textos me dar uma super nota pelos meu textos e por meu namorado lindo falar que eu apavoro escrevendo. ahahah Certamente ele quis dizer no meus textos intelectuais da escola, e não os daqui. Mas do mesmo jeito vou fazer o que me der na cabeça.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Você é feliz?

Vi esse título em um post de um blog que achei esses dias e resolvi parar pra pensar.
Não sei se foi a minha insegurança ou a minha obsessão por achar que vou perder alguém, mas me bateu uma super vontade de escrever o que eu acabei de sentir.
À algum tempo já queria fazer algum trabalho voluntário mas nunca tinha procurado nada. E hoje, depois de ver uma tia médica e outra enfermeira conversando me lembrei do tal trabalho voluntário.
Resolvi procurar no meu amado Google. Fucei, fucei, fucei. Fiz cadastro em alguns sites e acabei indo parar no site do Pequeno Príncipe, que atende crianças daqui de Curitiba, e logo na página inicial tinha a foto de uma menininha careca com um sorriso no rosto. Como eu quase não fico toda "mexida" com essas coisas, já fiquei toda cheinha de lágrimas.
Sempre quando vejo alguma coisa assim lembro de alguém que eu amo muito, e bem na hora minha irmã entrou no quarto toda gritandinho com um guarda-chuva aberto. Normalmente eu brigaria com ela, mas não pensei duas vezes em dar eu apertão nela e dizer o quanto ela é especial pra mim.
Acho que é nessas horas que mais devemos agradecer por tudo o que temos.
Tantas famílias passando algum tipo de necessidade, tantas mães e crianças praticamente morando em hospitais e nós aqui reclamando da vida. Não, não acho justo, por mais que todos ainda façamos isso. Se podemos ajudar o que ainda estamos fazendo aqui sentados?
Aí alguém me pergunta, O que tem a ver o título do post com tudo isso?
E eu te respondo, tudo.
Às vezes, na maioria delas, não damos importância pras coisas mais bobas que acontecem, e de repente a vida passa, percebemos o que perdemos e que na verdade não fomos tão felizes assim.
Não quero deixar a vida passar sem perceber/aproveitar.
Sei que vou ser recompensada pelas coisas que pretendo fazer, e vai ser a melhor recompensa: a felicidade em saber que o meu esforço ajudou alguém.
Já fiquei muito muito muito feliz só pela mensagem de um dos sites, que dizia "A sua atitude faz a diferença!".

Ps: Ao contrário do que alguns pensam, adolescentes também tem sentimento e se preocupam com o próximo.

Você realmente é feliz? Pare, reflita e mude.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Estive pensando...

Bad days

Ahh, os bad days. Nada como ter um dia assim, bem bad. Eles também são conhecidos por mim como um tipo de TPM/mau humor constante, que podem chegar do nada, com algum tipo de stress - seja ele bobo ou não -, ou acordar sem paciência pro mundo.
Tá, eu concordo que talvez seja um pouco dramática de vez em quando, mas quem nunca foi assim?
Mas o que piora um bad day? Bad news e bad piadinhas.
Eu sempre costumo tentar fugir dos problemas, passar por cima sem resolver pra, quem sabe, até evitar mais e mais brigas com alguém que eu amo.
Hoje, à uns 20 minutos atrás, acabei de me lembrar que um dia minha vózinha me disse que a gente tem que enfrentar o problema, bater de frente com ele e quem sabe poderiamos ver que ele não é tão grande quanto pensávamos e que talvez, estamos dando importância de mais a algo que nem vale a pena se preocupar tanto.
Agora, agorinha, eu estava indo dormir - chorando e ouvindo Cold Play -, pelo meu problema de sempre: falta de atenção, ficar sozinha e mais um probleminha aí. E finalmente, prestem atenção, finalmente eu consegui fazer o que eu não tinha feito ainda. Levantei, ergui minha cabeça, respirei fundo e vi que não vale a pena se preocupar sozinha por uma coisa que ninguém mais da importância.
Independente de qualquer coisa, vou repitir o que já disse num post anterior, eu vou seguir sorrindo!

E agora, ao som de Beautiful Day - U2, sei que pela primeira vez enfrentei aquilo que eu achava ser um problema e na verdade, não era.

ps: vó, obrigada por mais uma liçãozinha (L)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ahh o amor!

Meu michel, é tão bom saber que eu posso contar contigo. Saber que tenho ao meu lado alguém que me ama, me da carinho, que me faz bem de verdade.
Hoje fazem quatro meses que eu encontrei você, quatro meses que eu aprendi o que é ser feliz. E tenho uma felicidade completa: amor, carinho, risadas, bagunças, palhaçadas, fidelidade, sinceridade e verdade.
Talvez só nós dois entendamos o que é sentir o que estamos sentindo hoje e o que sabemos que vamos sentir pelo resto de nossas vidas. O que mais importa é que acima de tudo nós acreditamos nisso, somos felizes e sabemos que vamos continuar sendo.
Sei que temos o apoio de quem mais gostamos e se depender de nós tudo vai ser cada vez melhor.

Hoje, sinto orgulho em dizer que encontrei alguém que eu amo, que me faz tão bem e que me sinto realizada. Daqui alguns anos sei que vou ter muito orgulho em dizer que me sinto completamente realizada. E tudo isso sabe por que? Porque tenho você ao meu lado.

Acho que devo te agradecer por todas as coisas. Por cada momento, por todo esse amor, carinho, afeto, compreensão e enfim, tudo o que fez, faz e sei que vai continuar fazendo por mim.
E agora eu te pergunto: quer passar a sua vida comigo?
Eu quero, e prometo te fazer muito feliz.

De 11 de maio de 2009 até… sempre!